Sem dúvida a edição deste ano da Copa das Confederações será inesquecível. Não pelo fato de ter sido realizada no Brasil, mas pelas anormalidades que ela proporcionou para quem acompanhou a Copa.
Foi a primeira vez, segundo os conhecimentos de quem vos escreve, que a Copa das Confederações foi realizada sob o clima de tensão e revolta popular tal qual o Brasil viveu. E foi interessante que as manifestações começaram quase que um mês antes do início da Copa, muito oportuno (ou não). E, coincidentemente ou não, as manifestações perderam vigor após o término da competição (sendo que as manifestações continuam ocorrendo até hoje, só que em intensidade bem menor). Por sorte, as manifestações não atrapalharam a realização da Copa das Confederações, apenas incomodou.
Quanto à competição em si, teve destaque a participação da seleção do Taiti. Formada quase totalmente por jogadores amadores, e que conquistou o torcedor brasileiro. Tendo, inclusive, proporcionado a segunda maior goleada da história da Copa das Confederações, quando perdeu para a seleção do Uruguai pelo placar de 8 a 0, na terceira rodada da 1ª Fase, e a maior goleada da história da Copa das Confederações quando perdeu para a seleção da Espanha por 10 a 0, na segunda rodada da 1ª Fase, Grupo B.
Um outro destaque foi a participação da seleção brasileira, que começou a disputa totalmente desacreditada. Porém, foi melhorando seu futebol a cada partida. Onde conseguiu, já na terceira rodada do Grupo A, vencer a seleção italiana com o placar de 4 a 2. E na final da Copa, quando enfrentou a favoritíssima seleção espanhola e atropelou a mesma, com o sonoro placar de 3 a 0, apresentando um futebol de alta qualidade.
Com o título, e a forma como se deu, a seleção brasileira se credencia como uma das favorita ao título da Copa do Mundo de 2014, acompanhada das seleções da Espanha, Alemanha e Argentina.

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